Nos caminhos da tua pele,
eu caminho.
Na tua espinha,
no teu espinho
Na tua fome,
na tua sede
Na tua desgraça há meu deleite
Então tua pupila dilata
Teu olhar me encontra e me mata
E já sangrando,
em teus lábios me encontro
Rastejando me exalto
E por completo eu desabo
De novo,
em teus braços eu caio
Suplico,
me engano,
não me dás descanso
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